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O camelo e a agulha...

Vendo-o assim, Jesus disse: “Como é difícil aos que têm riquezas entrar no Reino de Deus! Com efeito, é mais fácil um camelo entrar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus!” Os ouvintes disseram: “Mas então, quem poderá salvar-se? Jesus respondeu: “As coisas impossíveis aos homens são possíveis a Deus”. Lc 18, 24-27
Conforme os escritos originais escritos em grego esse camelo é o animal camelo. Digo isso, porque existe uma corda de grossa espessura, também chamada de camelo.
O que Jesus se refere é ao animal camelo e não a corda.
Essa corda grossa, o camelo, vinha utilizada principalmente nos tempos de guerra, onde através desse buraco, chamado de agulha, podia-se fazer o transporte de armas e comida.
Essas agulhas são muito presentes ainda hoje nas muralhas da cidade antiga de Jerusalém.
A foto abaixo  é um  exemplo dessas agulhas feitas nessas muralhas.

O caso do jovem rico iluminou em forma vívida e trágica o perigo das riquezas; aqui vemos um homem que tinha pronunciado um grande rechaço porque tinha muitas posses. Jesus passa a sublinhar esse perigo. "É difícil", disse, "que um homem rico entre no reino dos céus." Usou um símile muito eloquente para ilustrar quão difícil seria. Disse que era tão difícil que um rico entrasse no reino dos céus quanto um camelo passar pelo fundo de uma agulha.

 A agulha seria uma porta?

Afirma-se que nas cidades muradas costumava haver duas portas. A porta principal pela qual passava todo o comércio e o trânsito, junto a ela costumava haver uma porta baixa e estreita. Quando se fechava a porta principal, era fechada com ferrolhos e se montava guarda durante toda a noite, e a única forma de entrar na cidade era pela porta pequena pela qual nem sequer as pessoas podiam passar de pé. Diz-se que às vezes se chamava essa porta de "o olho da agulha". De maneira que nessa imagem Jesus diz que é tão difícil para um rico entrar no reino dos céus como para um camelo passar por essa porta pequena, pela qual somente os homens podiam passar.


A riqueza pode ser financeira,  riqueza de ego, riquezas em geral, por isso vigie .




Até amanhã!

Quem foi Ezequiel?


De acordo com a Bíblia hebraica, Ezequiel (em hebraico: יְחֶזְקֵאל, transl. Y'khizqel, AFI: [jəħ.ezˈqel]), "O poder de Deus ", de חזק, khazaq,AFI: [kħaˈzaq], "força", e אל, el, AFI: [ʔel], "Deus"), foi um sacerdote que profetizou por 22 anos durante o século VI a.C., através de visões que teve durante o exílio da Babilônia, tal como registrado no Livro de Ezequiel.
O cristianismo vê Ezequiel como um profeta, e o judaismo considera o seu livro como parte de seu cânone, considerando-o o terceiro do sprincipais profetas. O islamismo fala de um profeta chamado Dhul-Kifl, que costuma ser associado com Ezequiel.
Ezequiel, era um sacerdote  que foi chamado para profetizar durante o Exílio do povo judeu na Babilônia, tendo exercido sua atividade entre os anos 593 a 571 AC . Diz-se que fundou uma escola de profetas e que ensinava a Lei à beira do Rio Quebar que corta a cidade deBabilônia.
São curiosas as visões que o profeta teve sobre a glória de Deus e os sinais que aconteceram em sua própria vida demonstrando que as ações de Deus são fortes e marcantes. Ezequiel perdeu a sua esposa como sinal da queda de Jerusalém.
A comunidade, em meio à qual ele vivia, acreditava que em breve tudo voltaria a ser como antes, para seus contemporâneos o projeto de Deus era mero sistema que lhe dava segurança. Ezequiel, no entanto, sabe que o sistema passado estava agonizando de maneira irrecuperável, pois Jerusalém seria destruída.
Segundo ele, a sociedade sofria de doença crônica e incurável, pois havia abandonado o projeto de Deus em troca de uma vida luxuosa e fascinante. Por isso, Ezequiel vê o próprio Deus deixando o Templo (11:22-24) e largando os rebeldes ao bel-prazer dos amantes.
Isso era causa de sofrimento para o profeta, mas não de desânimo e desespero. Para ele, o futuro seria de ressurreição (caps. 36-37) e novidade radical. Com sua linguagem simbólica, Ezequiel indicava os passos para a construção do mundo novo:
  • Assumir a responsabilidade pelo fracasso histórico de um sistema que se corrompeu completamente, provocando a ruína de toda a nação.
  • Compreender que a simples reforma de um sistema corrompido não gera nenhuma sociedade nova; apenas reanima o velho sistema que, cedo ou tarde, acabará sempre nos mesmos vícios.
  • Converter-se a  Deus, assumindo o seu projeto; e, a partir daí, construir uma sociedade justa e fraterna, voltada para a liberdade e a vida.
Com esse programa profético, vislumbrava-se um futuro novo: Deus voltaria para o meio de seu povo (43:1-7), provocando o surgimento de uma sociedade radicalmente nova. Aí todos poderão participar igualmente dos bens e decisões que constroem a relação social a partir da justiça. Desse modo, todos poderão reconhecer que a partir desse dia, o nome da cidade será: Deus  está aí (48:35) .
A doutrina deste profeta tem por núcleo a renovação interior: é preciso criar para si um coração novo e um espírito novo (18:31); ou ainda, o próprio Deus dará "outro" coração, um coração "novo", e infudirá no homem um espírito "novo" (11:19; 36:26)3 .
Uma curiosidade sobre Ezequiel é que ele e o profeta Daniel são os únicos além de Jesus que foram chamados de filho do homem.
Ezequiel dá origem à corrente apocalíptica, suas grandiosas visões antecipam as de Daniel e as de João no livro  de Apocalipse.

Fonte de pesquisa: Wikpedia 
Até amanhã!



Fracassou?

Existe coisas que só conseguimos ter experiências com Deus quando fracassamos. São nas lutas, nas dificuldades  que ficamos mais suscetíveis a voz de Deus .
Todo homem /mulher de Deus , tiveram sua formação no deserto . 
Está passando um momento difícil? Tire proveito dela, porque vai passar! Mantenha-se fiel e obediente a Deus e tudo dará certo... ao Seu Tempo! 
Por hora : Apenas Confie!
Ps.: Aquele que Prometeu é Fiel!


Amanhã nos vemos!

O que são os atributos de Deus?



“Assim diz o SENHOR: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem o forte, na sua força, nem o rico, nas suas riquezas; mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me conhecer e saber que eu sou o SENHOR e faço misericórdia, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o SENHOR” (Jr.9:23,24).

A importância do conhecimento de Deus

Deus pode ser conhecido verdadeiramente (Jo.17.3), ainda que não possa ser conhecido plenamente (Sl.139.6; Rm.11.33-34).

Conhecer a Deus é a tarefa primordial e mais importante no que se refere às coisas espirituais. Sem um verdadeiro conhecimento de Deus é impossível ser salvo ou servi-lo e adorá-lo verdadeiramente (Jo.4:22). Para conhecermos a Deus é necessário que Ele se revele a nós (Mt.11:27; Rm.1:19), pois não podemos conhecê-lo com nossos próprios esforços (I Co.1:21). Deus se revela na natureza e principalmente em Sua Palavra.

O que são os atributos de Deus

Os atributos divinos são as características de Deus, a soma das quais definem quem Ele é. Eles refletem diversos aspectos da mesma essência divina.

Os atributos de Deus

Trindade: Deus existe eternamente como três pessoas (Pai, Filho e Espírito Santo), cada pessoa é plenamente Deus, e existe só um Deus. Todos os atributos divinos aplicam-se a cada pessoa da Divindade (Mt.3:16,17; Mt.28:19; I Jo.5:7).

Independência: Deus é um ser não causado e ninguém além d’Ele próprio sustenta Seu ser. Ele não precisa de nós nem do restante da criação para nada, pois existe por si mesmo e não depende de qualquer coisa externa a si próprio para existir (Jo.5:26; At.17:28; Ap.4:11);

Eternidade: Deus não tem princípio nem fim nem sucessão de momentos no Seu próprio ser, e percebe todo o tempo com igual realismo. Ele criou o próprio tempo e, portanto, é independente dele (Ex.3:14; Sl.90:2; II Pe.3:8);

Imutabilidade: Deus é imutável no Seu ser, nas Suas perfeições, nos Seus propósitos e nas Suas promessas. Deus não pode mudar porque é eterno e perfeito (Sl.102:25-27; Ml.3:6; Tg.1:17; Sl.33:11; Nm.23:19);

Unidade: Deus não está dividido em partes, mas percebemos atributos diversos enfatizados em momentos diferentes. Não existe um atributo mais importante do que o outro (I Jo.1:5; 4:16);

Espiritualidade: Deus é espírito e, portanto, não tem corpo. Ele existe como ser que não é feito de matéria e que não tem partes, formas ou dimensões (Jo.4:24; I Tm.1:17; Ex. 20:4-6; Dt.4:15-16). As passagens que atribuem a Deus partes corporais (II Cr.16:9; Sl.91:1-4) devem ser entendidas em sentido figurado, pois são antropomórficas;

Onipresença: Deus está presente em todo lugar, estando envolvido na criação e na vida dos indivíduos (Sl.139.7-10);

Onisciência: Deus possui todo o conhecimento, o que significa que Ele conhece inclusive o futuro e os nossos pensamentos (Jó 37.16; Sl.139.1-4; Is.46.10; Rm.11.33; Hb.4.13);

Onipotência: Deus pode fazer tudo aquilo que deseja (Gn.17.1; Jó 42.2; Sl.115.3; Is.43.11-13; Mc.10.27). Ele não pode pecar ou agir contra Sua própria natureza (Tg.1.13);

Amor: Deus é amor, o que significa que Ele se doa eternamente aos outros (I Jo.4:8; Jo.17:24). Deus ama a todos, mas não da mesma forma (Mt.5:45; Rm.8:35-39; Rm.9:13);

Justiça: Deus sempre age segundo o que é justo, e Ele mesmo é o parâmetro da justiça (Dt.34:4; Gn.18:25; Is.30:18; Jr.9:24; At.17:31);

Ira: Deus odeia intensamente todo o pecado e aqueles que o praticam (Rm.1:18; 9:22-23; Jo.3:36). O cristão não deve temer a ira de Deus, visto que foi salvo dela pela justiça de Cristo (Rm.5:9);

Vontade: Deus aprova e decide executar todo ato necessário para a existência e para a atividade de si mesmo e de toda a criação. A vontade de Deus envolve as escolhas divinas do que fazer e não fazer (Mt.10:29; Ef.1:11; Ap.4:11; At.4:27-28; Tg.4:13-15). É dividida em vontade secreta e vontade revelada (Dt.29:29). A vontade revelada refere-se a tudo aquilo registrado na Bíblia, e a vontade secreta refere-se aos decretos pelos quais Deus rege o mundo e determina tudo o que irá acontecer;

Santidade: Deus é Santo (I Sm.2.2; Sl.99; Is.40.25; Ap.15.4) em dois aspectos: transcendência e pureza moral. A transcendência mostra como Deus está separado e é independente do espaço e do tempo, não sendo limitado por eles (Is.57.15). A pureza moral mostra como Deus está separado de tudo o que é pecaminoso (Lv.20.26; I Pe.1.15,16).

Até amanhã!

Fonte de pesquisa CHEUNG, Vincent.

Quem escreveu o livro de Jó?


Especula-se ao longo dos tempos quem foi o autor do livro de Jó. Alguns dizem ter sido Moisés, outros dizem que o próprio Jó escreveu; vamos ver hoje algumas características do livro que talvez nos ajude a descobrir quem realmente escreveu esse livro, que conta uma magnífica história de paciência, sofrimento e libertação.

Antes de qualquer coisa, vale ressaltar que toda história de vida de Jó não foi mera invenção de um  autor; Jó existiu e todos os acontecimentos mencionados no livro são verdadeiros. Nós vemos que Jó era neto de Jacó (Gênesis 46:13) e que o próprio Deus citou Jó como sendo um homem justo (Ezequiel 14:14,20).

Mas o fato é que se torna muito difícil provar, sem contestação, quem foi o autor do livro de Jó, mas há fatos que dão a entender que, em sua maioria, ele foi escrito por uma só pessoa, antes da entrega da Lei de Moisés. Também pode ser que o livro tenha sido escrito por mais de uma pessoa - Jó e Moisés, possivelmente. Suponhamos que Jó tenha escrito todo o relato de sua vida e Moisés tenha finalizado o livro, registrando o fim da vida de Jó.

Vejamos alguns pontos que nos levam a uma melhor compreensão e que talvez nos ajudem a descobrir a autoria desse livro.



  • Quem quer que o tenha escrito, recebeu uma revelação de Deus a respeito das cenas e conversas no céu entre Deus e Satanás, conforme capítulos 1 e 2.
  • Os detalhes das conversas entre Jó e seus amigos, possivelmente foi relatado por alguém que presenciou tudo - talvez pelo próprio Jó. Se foi alguém além de Jó que escreveu essa parte do livro, ele obteve o registro da conversa com alguém que esteve presente ou, mais uma vez, a inspiração foi totalmente divina.
  • O livro foi, sem dúvida, escrito por um judeu, assim como os demais livros do Antigo Testamento; afinal a revelação de Deus veio primeiro aos judeus. (Romanos 3:2)
  • O livro foi escrito antes de Deus entregar a Lei à Moisés; não vemos nele nenhuma referência à lei ou a qualquer instituições dela.
  • Depois de passar por todas as calamidades, Jó viveu mais 140 anos de bonança (Jó 42:16), isso fez com que ele ainda estivesse vivo na época que Moisés estava no deserto.
  • Sabendo que Jó teve 140 anos de bonança depois de seu sofrimento, acreditamos que ele teria tempo suficiente para escrever com todos os detalhes os relatos de sua vida. Com ajuda da inspiração divina, isso se tornaria ainda mais fácil e provável, seja lá quem tenha escrito o livro.
  • Levando em conta que Moisés recebeu revelações acerca da criação do mundo e de várias outras coisas que ele não presenciou e estão escritos no Pentateuco, o livro de Jó também poderia ter sido escrito sob revelação divinal.
  • É certo que Moisés e Jó viveram na mesma época no vasto território desértico que vai da Arábia-Petra ao golfo Persa. Moisés ficou 40 anos apascentando as ovelhas de Jetro nessa região, a mesma onde Jó vivia. Inclusive existe a possibilidade de os dois terem passado algum tempo juntos e, consequentemente, Jó poderia ter passado os relatos de sua vida para Moisés antes deste retornar ao Egito.
  • Uma coisa é absolutamente certa: Moisés aceitou esse livro como parte da revelação divina aos hebreus e o transmitiu às futuras gerações

  • Diz a tradição que o livro foi escrito por Moisés, o que seria um caso de revelação. Mas existe também a possibilidade de Moisés ter recebido (talvez de Jó) a parte poética do livro e acrescentado a parte histórica e o final da vida de Jó.
  • Uma coisa nós podemos dizer do livro de Jó com certeza total: Ele foi definitivamente inspirado por Deus.


Quem escreveu o livro de Jó?
Foi Moisés? O próprio Jó? Os dois escreveram em conjunto?

Não sabemos ao certo, mas ficam aí fatos e especulações que nos levam a pensar sobre a autoria desse livro que conta uma das mais extraordinárias histórias de sofrimento, paciência, confiança em Deus e provisão divina.

Talvez não teremos certeza sobre quem realmente escreveu esse livro, mas  tanto Moisés quanto Jó, inspirados por Deus, escreveram o registro; porém, resta-nos usar a experiência de Jó para que nossa confiança em Deus seja cada vez maior e que possamos ter plena certeza que o nosso Redentor vive!

Elizr

Nos vemos amanhã!

No meio da tempestade!

Ter paz não significa não estar na guerra , pelo contrário!
Ter paz é estar na guerra e mesmo assim, manter em seu interior uma segurança de que Deus está com você!

Deus não nos livra da fornalha , Ele nos livra NA fornalha!




O vento balançou, meu barco em alto mar
O medo me cercou, e quis me afogar
Mas então eu clamei, ao filho de Davi
Ele me escutou, por isso estou aqui
O vento Ele Acalmou, O Medo Repreendeu
Quando Ele Ordenou, O Mar Obedeceu
Refrão
Não temo mais o mar, pois firme está minha fé
No meu barquinho está, Jesus de Nazaré
Se o medo me cercar, ou se o vento soprar
Seu nome eu clamarei, Ele me guardará
Não temo mais o mar, pois firme está minha fé
No meu barquinho está, Jesus de Nazaré
Se o medo me cercar, ou se o vento soprar
Seu nome eu clamarei, Ele me socorrerá

Oh Aleluia a palavra do Senhor diz mil cairão ao teu lado dez mil a tua direita mas tu,não seras atingido!Se o vento soprar contra a tua vida clame o nome de Jesus e Ele Te Socorrerá!

Nos vemos amanhã :)